PERFIL

Continuando com a série “PERFIL”, que divulga quem são, o que gostam e pensam nossas lideranças, revelando um pouco da sua intimidade, entrevistamos Antônio Flávio Cabral Figueiredo, Presidente do Conselho Fiscal do SIDIAUDIF e Diretor de Comunicação da FENAFIM.

Você é natural de que cidade?

Nasci em Baturité, Ceará.  

Quando menino, pensava em exercer qual profissão?

… Pensava ser Piloto de caça…

É casado? Tem filhos? Quais as idades?

Sou casado e tenho dois filhos: Mateus, com 15, e Pedro Airton, com 13 anos.

Você mora em que bairro de Fortaleza?

Moro no bairro Boa Vista.

Qual a sua formação? Onde trabalhava antes de se tornar auditor?

Sou formado em Ciências Contábeis, com especialização em Auditoria. Era contador dos Correios.

Quando ingressou na carreira? O que te motivou a entrar na carreira da auditoria?

2002. Após trabalhar um bom tempo com contabilidade, acompanhando muitas auditorias pelo lado do contribuinte, enxerguei que poderia contribuir bem mais para a sociedade se atuasse no fisco, além de ter exemplos na família, na esfera do fisco federal.

Você já presidiu o SINDIAUDIF. Antes de ser Presidente, você tinha experiência anterior como representante classista?

Sim, fui eleito presidente para dois mandatos, entre 2012 e 2017. Atualmente, estou à frente de uma chapa única, no processo eleitoral de 2020, para retornar à presidência. Nunca tinha tido experiência como liderança sindical, até ser eleito para o primeiro mandato.

Qual a sua posição e quantos filiados tem o sindicato?

Atualmente, atuo como presidente do conselho fiscal. Temos 117 filiados.

Qual o nome do cargo e quando aconteceu o último concurso?

Auditor do Tesouro Municipal. Nosso último processo seletivo foi em 2003. Existia uma proposta da gestão fazendária para realização de um concurso este ano, mas uma das premissas era a redução da remuneração do Auditor, o que foi rechaçado veementemente pela categoria.

Quantos Auditores estão ativos e qual o quadro da Fiscalização Tributária?

São 99 Auditores, num quadro total de 160 vagas, mas próximo de um terço desses ativos estão em condições de se aposentar.

Qual você considera ter sido o maior ganho, o maior avanço da categoria de Fortaleza, nos últimos anos?

O maior ganho foi o reconhecimento pela gestão municipal da importância do trabalho da categoria de Auditores, tendo isso refletido em todos os processos de negociação dos quais a categoria participou, sejam referentes a remuneração ou trabalhos desenvolvidos pela categoria.

Qual o maior problema, o maior desafio da categoria, atualmente?

Pode parecer um paradoxo, mas nosso maior desafio hoje é fazer a gestão fazendária de Fortaleza compreender e valorizar o grande trabalho realizado pela categoria. Quando uma gestão propõe redução salarial a uma categoria que a Constituição coloca como precípua ao funcionamento do Estado é, no mínimo, desrespeito.

Você foi eleito para a Diretoria de Comunicação da FENAFIM. O que isso significa?

A Diretoria de Comunicação da Fenafim é mais um árduo trabalho que temos pela frente, como em todos os setores a comunicação é fundamental para nós fazermos ser ouvidos e escutados, vistos e olhados… É uma ferramenta de grande relevância, principalmente para uma categoria tanta capilaridade quanto a nossa, mas que pouco ou mal utilizada causa danos terríveis.

Um medo. Uma certeza. Uma esperança.

Medo, talvez, de não ajudar ao próximo tanto quanto gostaria. Certeza de que nada é por acaso, tudo tem um sentido. Tenho esperança de ver um país com menos desigualdades e mais expectativas para a população.

Uma virtude. Um defeito.

Trato minha paciência como uma virtude, mas tem gente que não ajuda, Kkkk. Como todo ser humano tenho muitos defeitos, então, vou deixar para os outros apontarem, mas sei que falo o que penso, então já viu, né?

Bate bola:

Filme: cidade de Deus

Livro: Ensaio sobre a Cegueira

Amor: em tudo

Projeto: viver feliz

Filhos: Vida

Amizade: irmãos que escolhemos

Futuro: a Deus pertence

Flávio Figueiredo: Eu

Tecnologia: realidade

Trabalho: realização

Meio Ambiente: cuidar

Redes Sociais: o bem e o mal