A Federação Nacional dos Auditores e Fiscais de Tributos Municipais – Fenafim (Fenafim) participou ativamente da grande mobilização nacional de servidores públicos realizada em Brasília no dia 29 de outubro de 2025. O ato se deu contra a proposta de reforma administrativa em tramitação no Congresso e reuniu milhares de profissionais das três esferas — federal, estadual e municipal. 

Pela Fenafim, estiveram presentes:
• Ricardo Ribeiro, vice-presidente da Fenafim para a Região Sul e presidente do Sinfisco Curitiba;
• Kleber Neves, presidente do Sincaf‑RJ – Sindicato dos Auditores e Fiscais Municipais do Rio de Janeiro;
• Helder Conrado, presidente do Sindiffim‑Goiânia – Sindicato dos Auditores de Tributos do Município de Goiânia.

A presença desses dirigentes reforça a articulação nacional da categoria em defesa de um serviço público estável e de qualidade. A Fenafim também divulgou nota oficial denunciando os principais efeitos da proposta de reforma administrativa: riscos à estabilidade no serviço público, ampliação de contratos precários e mudanças nas carreiras típicas de Estado. 

Durante o ato, a marcha partiu da Esplanada dos Ministérios com significativa cobertura e participação de servidores – o que demonstrou o grau de mobilização contra o que as entidades qualificam como “desmonte” do funcionalismo. 

A Fenafim reafirmou que continuará atuando junto aos parlamentares para barrar a tramitação da proposta e mobilizando suas bases em todo o país, valorizando a união entre categorias municipais, estaduais e federais como estratégia fundamental.

Contexto e implicações

• A mobilização integra um calendário mais amplo de resistência das entidades de servidores contra a proposta de reforma administrativa apresentada pelo Pedro Paulo (PSD-RJ). 
• Entre os pontos de preocupação apontados estão: redução das garantias de estabilidade, ampliação de vínculos precários, limites ao teletrabalho e centralização de poder federal frente aos estados e municípios. 
• A atuação da Fenafim se insere nesse movimento mais amplo de entidades que articulam ações conjuntas para impedir que a proposta avance sem diálogo, mobilizando servidores, aposentados, pensionistas e concurseiros.