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FENAFIM, na Câmara dos Deputados, intensificando a luta contra a PEC 287

O evento "Não é reforma é o fim da Previdência. O voto é deles, o poder é do povo." ocorreu nesta quarta-feira (12/04/2017). Foi promovido pela FENAFISCO e contou com a participação de diversas entidades nacionais representativas dos trabalhadores do campo e das cidades e dos servidores públicos dos Municípios, Estados, Distrito Federal e União.
Dezenas de deputados falaram contra a PEC 287 e reforçaram o apoio nessa luta contra o desmanche da Previdência no Brasil.

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O Presidente da FENAFIM reafirmou a disposição da Federação em seguir combatendo mais essa tentativa do governo empossado em 2016 de impor ainda mais prejuízos à população e à economia produtiva, na medida em que, refém do mercado financeiro, insiste, fundamentalmente, em atender ao capital rentista.

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"A previdência é e precisa continuar sendo social. Não pode servir à sanha de lucro dos que estão ávidos por venderem, cada vez mais, os inseguros planos de Previdência privada." Disse Carlos Cardoso Filho.

Cardoso chamou a FENAFISCO, o FONACATE e a Central PÚBLICA para, junto com a FENAFIM, somarem esforços jurídicos a fim de desfazer todas as medidas que trouxeram retrocessos, provocaram perdas e prejudicaram a sociedade brasileira desde as pautas bombas de 2015 até agora.

O Presidente da FENAFIM lembrou que, se há na Constituição Federal proibição para se deliberar emendas em épocas de intervenção federal, por causa da instabilidade política e social que tal medida pode gerar, o que dizer de um tempo como este em que um poder declarou guerra ao outro (2015 - 2016).

Tempo em que as propostas normativas (2016 - 2017) e suas deliberações se revelam, nitidamente, motivadas por vontades muito apartadas dos trilhos constitucionais, da real necessidade da economia que precisa, constitucionalmente, atender a um Estado Social que desenvolva incluindo e não segregando e empobrecendo o povo.

Em um cenário em que alguns ministros do Executivo e alguns parlamentares precisam se dedicar a responderem a indiciamentos do Ministério Público e a possíveis processos judiciais, bem como, precisam sobreviver politicamente, certamente, não parece possível a necessária isenção nas deliberações e o indispensável equilíbrio para entender todos os efeitos de cada proposta normativa.

Para completar o problema, o governo atual exige pressa do Congresso, o que leva as votações a um nível de risco claramente incompatível com a importância das matérias e o grau de risco ao Pais e a sua população.

Fotos: Divulgação

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